
às 3h46 de 04.Dez.09
às 15h39 de 25.Nov.09
O jovial frontman da banda HIM, explicou como se sentiu, tipo um “homem nu invisível”, enquanto fazia o álbum ‘Screamworks: Love In Theory And Practice’.
MH: De que forma este álbum é a história do que aconteceu com você desde o último álbum?
Ville Valo: "Na verdade este é provavelmente um dos mais diretos, , no sentido de que, talvez através de mim, um monte de meus relacionamentos de longo prazo, no passado, passando através de excessivas festas e ser apenas um pateta que, perdeu a fé quando parou de beber, e eu senti que não havia chance de um cara como eu conseguir encontrar o equilíbrio, ou estar em paz, ou o equilíbrio entre essas coisas. Ao começar a escrever para este álbum, eu estava prestes a perderu a cabeça. Então eu capturei esse momento no álbum. Infelizmente eu sou ruim em dizer isso. Eu realmente nunca tive a chance de dizer isso a ela. Então, ela vai ouvir o álbum um pouco mais tarde e saberá como eu me senti. É uma maneira de fazê-lo. "
MH: Acho que as pessoas gostem de música muito autobiográfica, como Nine Inch Nails. É como se fosse uma verdadeira compreensão (interna) que da propria pessoa ou da banda.
Ville Valo: "Eu nunca fui um grande fã de Nine Inch Nails, mas Trent Reznor, mas foi bem direta ... porque se ele sente que é seu direito de se sentir assim. Ao contrário de escrever sobre algo um pouco mais obscuro ou ... coisas históricas. Eu apenas tento - em pseudo-poesia - que ... há realmente coisas autobiográficas dentro das pessoas, lugares e tempos. Eu gosto disso, porque me faz como um homem nu invisível. No meio da rua ... "
às 21h52 de 22.Nov.09
às 18h39 de 22.Nov.09
Parabéns!

às 1h39 de 28.Mar.09
O site da Metal Hammer publicou ontem, um pequeno artigo, com a seguinte pergunta: "Sua banda favorita já fez algo tão ruim que te deixou envergonhado por isso...?" (Has your favorite band ever done something that was so bad you felt embarrassed for them…?).
O jornalista cita vários exemplos, como a parceria da banda Metallica com o rapper Ja Rule na música "We Did It again", e o cover da Britney Spears pelo Children of Bodom, sendo uma ironia com um toque de nonsense (sem sentido). Porém, um deles é sobre a música "Summer Wine", na qual Ville fez uma parceria com a atriz Natalia Avelon, para a trilha sonora do filme "Das Wilde Leben" lançado a 1 de Fevereiro de 2007 na Alemanha, e faz um pequeno comentário: "Péssima música pop com a colaboração de um cantor de metal." ("Bad pop collaboration from the metal crooner.").
Mas, convenhamos, ironia maior, só a Britney cantando "Oops I Did It Again" com gutural.
às 10h07 de 20.Mar.09
A entrevista a seguir foi publicada na edição mais recente da His Infernal Magazine. Apesar de ter sido divulgada só agora, na edição de março de 2009, ela foi feita há quase um ano, em março de 2008, durante a turnê do HIM pela Austrália.
Von: A respeito de composição de letras e arranjos, existe algum método particular que vocês usem?
Ville: Meio que muda sempre, parece que cada álbum é um pouco diferente. Sabe, para a maioria das idéias básicas, apenas toco um pouco o violão em casa e quando fico feliz com o que ouço, gravo o material num gravadorzinho, apenas algumas idéias, e então mostro para o resto dos caras no ensaio, nós... Ligamos os instrumentos elétricos, adicionamos a distorção e soa como HIM, instantaneamente. Então, é um tanto simples, e ao mesmo tempo um tanto, ah...
Mige: Complexo.
Ville: Complexo, é que já fazemos isso há tanto tempo que tentamos encontrar obviamente alguma coisa que...
Von: Então vocês fazem tudo como um conjunto?
Ville: Depois que o básico foi feito, sim... Eu sou mais ou menos como um ditador benevolente. Sabe, para eu compor é como um processo emocional, sempre foi. É muito importante para mim. E uma vez que eu componho as letras e as canto, é muito importante tentar manter a essência, sabe, o clima da música. Então eles (Ville aponta para Mige) arruínam tudo! Nós nos conhecemos muito bem e à maneira como nós tocamos nossos instrumentos e tudo mais.
Von: Você toma cuidado para não desagradar?
Ville: Não, você não tem que tomar cuidado.
Mige: Não mais.
Ville: Não mais. Cada música é um desafio de certa maneira. Algumas músicas podem ficar prontas em 15 minutos, outras precisam de sete anos, então... Você não pode ouvi-las necessariamente. Você sabe que é engraçado.
Von: Sim, bem, quando alguém pega o CD e o ouve pela primeira vez, a pessoa não se dá conta de que existem anos e anos de trabalho que foram usados ali.
Ville: E alguma coisa complexa pode ser algo que fizemos em um tempo muito curto.
Von: Vocês alcançaram um som muito mais progressivo no álbum novo. Foi consciente ir nesta direção?
Mige: Não, não foi consciente. Não acho que esse tipo de coisa seja consciente nunca. Não como se a gente tomasse a decisão antes de começar: "certo, sabemos que vamos ter solos de guitarra completos".
Ville: É legal ter uma base geral. Você tem uma certa idéia na cabeça, não tem necessariamente as músicas, mas, por exemplo, com "Dark Light", queríamos manter a maioria das músicas compactas e simplistas e diretas, em termos de composição, sem fazer algo muito diferente. No álbum novo [Venus Doom], apenas deixamos o riff rolar e para ver onde ele nos levava. E isso acabou sendo "Sleepwalking Past Hope".
Lembra-me Happy Chill, alguma coisa proggy deles, muito de Samson e um pouco de Hawkwind e algumas partes de todas as pessoas que nós adoramos e músicos que adoramos. Geralmente, um álbum é o reflexo do anterior, mais ou menos, então, neste sentido, o próximo provavelmente vai ser... Filosofias do amor, pop puro em acordes maiores e todas as músicas vão ter dois minutos e dez segundos (risos gerais). Honestamente não acho que poderíamos ficar mais progressivos e fazer músicas ainda mais longas, ou...
Na minha cabeça vai ter uma vibe Misfits, em certa medida, menos acordes, mais diretos e, diga o que quiser dizer, isto é, com o mínimo de letra possível, o que é um desafio em si mesmo, minimalismo é sempre um desafio. E ainda em nosso caso, isso não significa que vai soar como The Misfits ou que vai ser gravado em quatro faixas em quatro dias. Provavelmente vai ser uma produção maior do que essa, mas ainda um pouco Geragy, Type-O, porque é algo que não fizemos de verdade, fizemos em pequenas quantidades no Love Metal. Ou talvez numa direção um pouco mais rápida, punk, o que seria algo bem legal. Estamos ficando tão velhos, precisamos de alguma coisa para nos fazer continuar.
Von: E café não é o suficiente!
Ville: Definitivamente não é.
Mige: Não, não, não. Nem perto disso.
Avelina: Você coloca açúcar no seu café?
Ville: Não, tomo do jeito que vem.
Avelina: Preciso de umas sete colheres senão não consigo beber.
Ville: Uoh! Sete, Deus, não. Não.
Mige: Você já tentou alguma vez, não sei se é uma coisa australiana, eles colocam cubos de açúcar no pires e bebem café nele.
Avelina: Parece absinto.
Mige: Vovós finlandesas fazem isso. Se você gosta de açúcar, deve tentar esse método. É o café mais açucarado que existe.
Von: O clima que vocês sempre colocam nas suas músicas, esse clima, sabe, a atmosfera melancólica que existe nelas. Vocês acham difícil continuar neste lugar?
Mige: Acho fácil.
Ville: Sim, sim, sim. Acho bem difícil sair disso. Nós viemos de um país um tanto desolado e frio que expõe a melancolia eslava, como quer que você chame isso. Existem muitas influências russas, muito da música pop tradicional, música folk. A música finlandesa é muito melancólica. É muito apaixonada e um pouco... Destrutiva, envolvente, não no sentido negativo e depressivo, mas... É o tipo de música com o qual eu cresci, não suporto música feliz. Música triste, pesada, sombria, melancólica me faz sentir bem. Faz-me ganhar o dia. Me dá vontade de tomar sorvete (risos).
Von: Ok, agora tem algumas coisas que eu queria esclarecer, algo sobre o filme do James Bond e você escreverem a música tema.
Ville: Ah, isso é só um rumor sobre eu estar envolvido na composição de "Quantum of Solace", o que seria um ótimo título, mas infelizmente é só um boato. Eu estava numa festa em Londres e os caras responsáveis pelas músicas dos filmes do Bond estavam lá, mas nem tive a chance de conhecê-los. Foi só um rumor de que eu estaria conversando com eles.
Quantum of Solace... Teria sido algo ótimo para a banda, ou para mim pessoalmente. Crescemos assistindo Bond. Eles estão mudando de direção também, então, teria sido ótimo. Talvez na próxima vez. Acho que a Amy Whinehouse estava sóbria o suficiente para fazer a música desta vez.
Von: Ela que vai fazer?
Ville: Foi a última coisa que eu ouvi, mas ela relaxou, então é difícil saber. Sou grande fã da Amy, já ouvi tudo dela. Parece um pouco perseguição, mas conheço todos os pubs que ela frequenta em Londres.
Von: A respeito de covers que vocês fizeram com o passar dos anos. "Solitary Man", "Wicked Game". Como vocês decidem? Por exemplo, tem algum motivo especial para escolher um cover em vez de outros 400 milhões que existem por aí?
Ville: Tivemos algumas músicas, algumas idéias que não foram tão boas, que não estavam totalmente formadas. Eu tinha acabado de ver "Wild at Heart" do David Lynch e "Wicked Game" do Chris Isaak era a música tema do filme. Acho que foi minha idéia de tentar essa música, fazer uma versão mais hard rock dela. As pessoas começaram a gostar e quando começamos a fazer nossos primeiros shows, não tínhamos material próprio suficiente, então tocamos alguns covers. "Live to Tell" da Madonna, tocamos algumas coisas dos anos 80, "Take My Breath Away" do Berlin, algumas baladas bem piegas. "Live to Tell" fica muito boa em "doom", algo meio My Dying Bride.
Von: Vocês mudam as letras alguma vez?
Mige: Claro que não. Não gostamos disso. Mudança de sexo nunca ajudou ninguém.
Von: Ah, a influência completa do Edgar Allan Poe.
Ville: Como assim?
Von: Qual parte da imagem de Edgar Allan Poe pessoalmente te interessa mais?
Ville: Ela toda (sorri debochado).
Von: Mais sua arte ou sua vida pessoal?
Vile: Acho que é uma combinação de tudo, sabe. Ele foi um sujeito bastante peculiar e não sabemos muito sobre ele. Não existem muitos fatos históricos a seu respeito. Ainda há especulação sobre se ele era um alcoólatra e usuário de drogas ou não, e no fim das contas, muita gente esquece que ele foi o inventor do romance de investigação moderno.
Muita gente só conhece "O Corvo" e "Ligéia" e os filmes com Vincent Price, mas ele escreveu muitas coisas diferentes. Ele é uma pessoa interessante; não li tudo que ele escreveu. O mesmo com, digamos, Dali ou Aleister Crowley, sabe. Ele é um cara legal, mas não dá para dizer o que é verdade e o que não é quando ele está falando, invocando "Charon"...
Von: Tenho certeza que Crowley acreditava nisso naquela época.
Ville: Bem, no fim das contas, não tem humor perceptível. Crowley é visto como um homem muito sério, mas eu vejo muita graça...
Von: Ele é engraçado, você só tem que procurar no lugar certo.
Ville: Sim, e especialmente com Poe, eu acho. As pessoas costumam achar suas obras muito melancólicas e como não temos nenhuma entrevista gravada com ele, não sabemos realmente como ele via a si mesmo. Desta forma, nossa imaginação colocou estas pessoas em certos lugares obscuros. Acho que deve ter tido outro lado neles e que isso aparece através do trabalho deles.
Von: No fim, os olhos vêem o que eles querem ver.
Ville: Sim! É fácil julgar o livro pela capa. Então, realmente acho que tem muitos aspectos hilários na maioria dos personagens.
Von: É. No trabalho do Crowley, especialmente. Não sei se você conhece "The Book of Lies" e coisas assim...
Ville: Sim, algumas coisas.
Von: Não dá para entender, é louco!
Ville: Algumas das obras dele são tão difíceis de ler também, sabe. São escritas de uma maneira bizarra meio vitaliza.
Von: E é cheio de jogos de palavras.
Ville: Muito disso, sim. E um pouco é bem infantil também. Não quero questionar a inteligência dele de forma alguma, mas sabe, ele é um cara estranho. Eu estava lendo "Do What Thou Wilt" de Lawrence Sutin. É muito bom e o que ele fez em vida foi fantástico. Ele é um daqueles homens renascentistas que faziam tudo, como DaVinci.
Von: Ele tem uma inteligência fantástica também.
Ville: Uhum (concorda enquanto termina o café).
Von: Você já leu algum dos livros de Israell Regardie?
Ville: Acabei de ver esse nome. Não li nada dele.
Von: Ele foi um dos discípulos do Crowley e passou a maior parte da vida com ele.
Ville: Tem muito disso, é impossível ler tudo; seria um desafio para a vida inteira se aprofundar nisso, mas talvez eu faça, cedo ou tarde, pouco a pouco. Mas tenho muitos livros diferentes e, infelizmente, não tenho tempo para ler todos eles. Preciso de equilíbrio, quer dizer, pelo menos preciso equilibrar as coisas pessoalmente, preciso ler algo totalmente diferente, mais leve ou mais obscuro, mais poético ou sei lá.
Von: Você enjoa rápido de algum assunto em particular?
Ville: Não. Bem, acho que a gente perde o foco e precisa de um novo ângulo. De repente, você volta àquilo, e é como visitar velhos amigos em uma cidade diferente. É só encontrar um novo ângulo para isso.
Von: Isso meio que funciona musicalmente também. Fazer uma música, não terminar, seguir em frente e então voltar e revistá-la.
Ville: É por isso que compor demora tanto. Por exemplo, o que é "Passion's Killing Floor"? Eu escrevi o refrão em 1980, o riff em 2002 e terminamos em 2006. Demora muito para ser capaz de fazer isto, para voltar a uma idéia que você realmente gosta, mas não foi totalmente desvendada, sabe, fica faltando algumas peças no quebra-cabeça.
Von: E você tem que saber também quando se afastar antes de destruí-lo.
Ville: É, não é uma decisão muito difícil, é só que quando é certo, é certo.
Von: (Falando para Mige) Você usa algum efeito de pedal no baixo?
Mige: Uso, só não dá para ouvir, é isso.
Ville: A gente estava rindo sobre o fato de que não dá para ouvir o baixo dele direito.
Mige: É. E na mixagem ao vivo usam o Amp Farm. Então é alguma combinação dos dois, acho.
Ville: É uma merda, cara, tudo soa lindo, a gente vai melhorando o som dos aplis desde que começou com música... Então vem esses caras do áudio e você nunca sabe como que está realmente, nem mesmo quando a gente está lá. E nunca sabe sobre as luzes também, nunca vê a banda inteira se apresentar... Então é meio estranho às vezes, quando se fala de som. Não sabemos como estamos ao vivo e como nosso som sai no palco.
Von: Eles nunca gravam os shows?
Ville: Não é a mesma coisa. Depende do cara que grava. Além disso, não dá para gravar numa câmera de vídeo, as luzes não funcionam do mesmo jeito. E a gente não vai... Depois de um show, entrar no nosso tour bus e assistir a nós mesmos e cruzar as pernas porque estamos sentindo umas coisas estranhas lá embaixo, sabe (risos)... Somos egocêntricos, mas não tanto assim.
Von: Vocês achariam difícil assistir aos próprios shows?
Ville: É, sim, tem um DVD para sair em um mês e pouco chamado "Digital Versatile Doom" e eu não assisti. Não consigo me ver na TV. É horrível.
Von: E é ao vivo mesmo?
Ville: É. É em Los Angeles e...
Von: Porque muitas coisas ao vivo não são ao vivo. Fiquei chocado de descobrir que o meu álbum preferido do Led Zeppelin não foi ao vivo e que meu álbum preferido do Kiss não foi ao vivo.
Ville: É, o mesmo com o do Thin Lizzy.
Von: Sim, o "Live and Dangerous" não foi ao vivo.
Ville: Alguns dos vocais eu refiz na minha cozinha, por causa da bateria que cobriu o vocal, e foi a única coisa. Então, todos os instrumentais básicos estão lá. Tocamos em duas noites diferentes em Los Angeles e é uma combinação das duas, então, sim, é 99% ao vivo, acho.
Eu te pago o jantar se você descobrir que partes eu cantei na minha cozinha... Foi tão engraçado. Voltei para casa da turnê e pensei, não podemos usar esses vocais porque aparece muito a caixa, ou sei lá, chimbal, então eu arrumei meus equipamentos na cozinha enquanto comia hambúrguer. Não tinha nada a ver com o clima de fazer show na frente daquelas câmeras naquele lindo teatro vaudevilliano em Los Angeles. Eu estava no meio de comer meu hambúrguer vegetariano e me acabando em cigarro, assim. (risos)
Von: Estou ansioso para ver.
Avelina: (falando para Mige) Adorei o que você fez com o seu cabelo.
Mige: Oh, você gostou?
Avelina: É fantástico.
Ville: Concordo totalmente.
Mige: Eu mesmo fiz, sabe, então aceito o elogio. Talvez eu devesse ser um barbeiro.
Avelina: Com certeza... Você teria dado um ótimo cabeleireiro.
Ville: Na Suécia é quente.
Mige: O barbeiro engraçado de Helsinki (risos).
Revisão: Danny
às 9h00 de 20.Mar.09
Até que enfim estamos de volta!
Como notaram o site sofreu e vem sofrendo com problemas recentemente, esperamos que isso não volte a acontecer, tanto por problemas na hospedagem (o que é mais difícil de prever), como a terrível perda de arquivos (nada como o medo mais DVDs para surgirem ótimas cópias), já os outros estaremos resolvendo com o tempo.
O site voltou, porém não em todo. Digamos que esteja aqui o feto do nosso projeto, ele está em fase de crescimento e elaboração, então mais uma vez pediamos apenas paciência. Aproveitem o Heartagram Brasil como está agora, que em breve traremos a linda criança saltitante pra vocês.
As mudanças mais relevantes no momento estarão representadas pela ajuda da Danny nas postagens, ela será nossa voluntária, por enquanto, além da Cella, que já chegou a nos ajudar, e agora voltará.
Por enquanto, agradecemos se teve paciência e preocupação com o site. Enfim... chega de mais palavras desnecessárias e comemoremos da melhor forma possível: dando um novo sopro de vida ao HTBR!
Até mais!
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